quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Segundo sorteio dos notebooks entre os associados

Colegas:

Conforme regulamento da Promoção, anunciamos os primeiros ganhadores dos notebooks sorteados, conforme as centenas abaixo:

602- Aldecir Carloto da Silva - UCL Vacaria
913- Cesar Augusto Thome - UCL Passo Fundo
043- João Alberto Scheffer - UCL Frederico
558- Luiz Antônio Kaufmann - UCL Santa Cruz
675- Otávio Avendano de Vasconcellos - UCL Pelotas

Qualquer dúvida, consultar as regras da Promoção. Parabéns aos sortudos!

Antonio Carlos Guimarães
Presidente

Wagner Rossi anuncia leilões de arroz e trigo

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, anunciou, nesta quarta-feira (10), a realização de leilões de Prêmio de Escoamento de Produto (PEP) de arroz para garantir o preço mínimo do grão, de R$ 25,80 por saca de 50 quilos. O primeiro leilão está marcado para 23 de novembro e oferecerá 125 mil toneladas de arroz – 110 mil para o Rio Grande do Sul e 15 mil para Santa Catarina.

Os detalhes foram acertados em reunião com a cadeia produtiva, em Brasília. “Houve um entendimento muito amplo da cadeia produtiva e vamos iniciar uma política de apoio para que o produtor tenha a garantia do preço mínimo”, afirmou Wagner Rossi.

Outro leilão deve ser realizado no dia 7 de dezembro. As demais ofertas serão definidas a partir da reação do mercado. Portaria Interministerial Nº 318, publicada em maio, autoriza a venda de até 500 mil toneladas. “Os ajustes necessários, quer em prêmio, se houver, quer no prazo entre leilões, serão fixados também num diálogo com todos os elos da cadeia produtiva”, destacou Rossi.

Os produtores saíram satisfeitos da reunião. “A medida atende nossa expectativa”, afirmou o presidente da Federarroz, Renato Rocha. Segundo ele, a saca de 50 quilos de arroz está custando R$ 24,59.

Trigo

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) também fará leilões de PEP para garantir o preço mínimo de R$ 477,00/tonelada para o trigo pão tipo 1. A oferta deve ser de 1,6 milhão de toneladas. “O apoio aos produtores do Paraná, de Santa Catarina e do Rio grande do Sul já está assegurado”, garantiu Wagner Rossi

Em reunião com a cadeia produtiva do trigo, também nesta quarta-feira, ficou definido que o primeiro leilão será em 25 de novembro, com 300 mil toneladas, sendo 150 mil para o Rio Grande do Sul, 100 mil para o Paraná, 30 mil para Santa Catarina e 20 mil para outros estados.

Por meio da Portaria interministerial Nº 1.071, publicada ontem, 9 de novembro, no Diário Oficial da União, o governo federal autorizou a aplicação de até R$ 300 milhões para apoiar a comercialização do trigo em grãos safra 2010.

Milho

O ministro Wagner Rossi assegurou, ainda, a venda direta de milho, para beneficiar produtores que utilizam o grão como insumo. “Temos que agir para colocar parte dos estoques públicos à disposição do mercado e garantir preço justo para todos os elos da cadeia produtiva”, concluiu. A partir da próxima semana devem ser colocadas em oferta 300 mil toneladas. Segundo a Conab, a venda em balcão já vem sendo feita há certa de um mês.

Fonte: http://www.grupocultivar.com.br/noticias/noticia.asp?noticiaId=16224&titulo=wagner-rossi-anuncia-leiloes-de-arroz-e-trigo&newsletter=true

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Governo autoriza leilões de trigo


O governo federal vai aplicar até R$ 300 milhões para apoiar a comercialização do trigo em grãos safra 2010, por meio dos prêmios de Escoamento de Produto (PEP) e Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro). As operações de equalização de preços serão realizadas por leilões conduzidos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). As regras estão na Portaria Interministerial (Fazenda, Agricultura e Planejamento) nº 1.071, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira, 9 de novembro.

“Com a edição da portaria, o governo permitirá a aplicação dos instrumentos da Política de Garantia de Preço Mínimo para o cereal, que tem preço de mercado abaixo do mínimo estipulado, de R$ 477/tonelada, em alguns estados”, explica o coordenador-geral de Cereais e Culturas Anuais do Ministério da Agricultura, Silvio Farnese.

O Rio Grande do Sul começa a colheita em dezembro e os indicativos de mercado mostram preço abaixo do mínimo. “Com isso, estaremos antecipando apoio aos triticultores gaúchos”, informa Farnese. O primeiro leilão está programado para a próxima semana. A quantidade do produto e o valor do prêmio de abertura serão divulgados pela Conab.

Regras
O governo também atualizou as normas para a venda direta de estoque pela Conab para qualquer produto agrícola da atual safra, inclusive para leilões de Valor de Escoamento de Produto (VEP). As operações terão autorização dos ministérios da Fazenda, Planejamento e Agricultura, conforme a Portaria interministerial nº 1.072.

Fonte: http://www.grupocultivar.com.br/noticias/noticia.asp?noticiaId=16187&titulo=governo-autoriza-leiloes-de-trigo&newsletter=true

Conab promove leilão de venda de feijão


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) promove mais um leilão de venda de 33,8 mil toneladas de feijão cores e preto, para suplementar a oferta do grão no mercado interno, nesta quinta-feira (11). O produto, armazenado nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, faz parte dos estoques governamentais adquiridos por meio da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM).

De janeiro a início de novembro deste ano, foram vendidas 17 mil toneladas de feijão cores e preto das 185 mil toneladas ofertadas, no valor de R$ 22,4 milhões. O assessor do Departamento de Comercialização e Abastecimento Agrícola e Pecuário do Ministério da Agricultura, Petrarcas Santos, explica que apesar de o percentual de venda não ter sido significativo, houve efeito positivo sobre os preços, principalmente, em relação ao feijão preto. “O fato de o governo disponibilizar seu produto evitou especulação por parte do mercado”, acrescentou.

Fonte: http://www.grupocultivar.com.br/noticias/noticia.asp?noticiaId=16189&titulo=conab-promove-leilao-de-venda-de-feijao&newsletter=true

terça-feira, 9 de novembro de 2010

IV Simpósio Sul-Brasileiro de Qualidade de Arroz

Objetivando debater, com a cadeia produtiva do arroz, soluções para as perdas qualitativas e quantitativas dos grãos desde a colheita até a armazenagem, a industrialização e o consumo, o Laboratório de Pós-Colheita, Industrialização e Qualidade de Grãos –LABGRÃOS da Universidade Federal de Pelotas – UFPEL, a Associação Brasileira de Pós-colheita - ABRAPOS promovem o IV SIMPÓSIO SUL-BRASILEIRO DE QUALIDADE DE ARROZ, de 8 a 10 de dezembro de 2010, na Faculdade de Agronomia “Eliseu Maciel” – FAEM, no Campus Universitário da UFPEL, em Capão do Leão, RS.

Durante os processos de colheita, transporte e armazenamento, no Brasil, 10% da produção anual de grãos são perdidos, o que representa cerca de 15 milhões de toneladas de grãos a menos. Além das perdas quantitativas, existem também as perdas qualitativas dos grãos e dos produtos deles derivados.

Esses prejuízos decorrem, na maioria das vezes, do manejo inadequado dos grãos, desde a colheita até a armazenagem, provocando reações que poderão causar contaminação e até a destruição desses grãos, ou ainda prejudicar seu desempenho na industrialização e suas propriedades de consumo.

Como conseqüência, a comercialização e o consumo podem ser inviabilizados, pois esses grãos causarão alterações no rendimento de animais e poderão contaminar a alimentação humana.

Não existe uma tecnologia pronta que permita ao grão de alta qualidade na lavoura chegar ao consumo final no mesmo padrão em que foi produzido. Há ações isoladas de colheita, secagem, armazenamento e industrialização, e informações esparsas sobre alterações na qualidade.

Em decorrência da nova Lei de Armazenagem de Produtos Agrícolas (Lei nº 9.973/2000, Decreto nº 3.855/2001 e IN 003/2010, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), com o Sistema Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras em implantação no Brasil, assim como há novos normativos (IN 06/2009 e IN 12/2010) de classificação de arroz. Esses fatos e as novas realidades do sistema de comercialização têm impactos diretos sobre a cadeia produtiva orizícola.

Nesta quarta edição do Simpósio, na passagem 127º aniversário da Faculdade de Agronomia “Eliseu Maciel”, da Universidade Federal de Pelotas, estaremos reunindo renomados cientistas, atentos estudiosos e qualificados profissionais das áreas de produção, armazenagem, industrialização, controle de qualidade e nutrição, ou seja, a cadeia produtiva do arroz, para juntarmos conhecimentos e experiências que possam contribuir para melhorias no setor.

O evento é composto de quatro Sessões: A) Palestras e painéis; B) Pôsteres de trabalhos científicos; C) Exposição de produtos e processos; D) Sessão solene de homenagens a Instituições e Personalidades, onde serão homenageados o IRGA, pelos 70 anos de relevantes trabalhos em prol da orizicultura e também personalidades vinculadas à pós-colheita e à qualidade de arroz no agronegócio, de grandes serviços prestados às cadeias produtivas de grãos, em especial ao arroz, cujos nomes serão revelados na própria solenidade.


Inscreva-se já



segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Saem os primeiros ganhadores dos notebooks

Colegas:

Conforme regulamento da Promoção, anunciamos os primeiros ganhadores dos notebooks sorteados, conforme as centenas abaixo:

417 - Diva Elaine B. Languer - UCL Camaquã
145 - João Luiz Machado Ferreira - UCL Jaguarão
763 - Marcos Beli Diniz - UCL Santa Maria
209 - Camilo Fábio Grando - UCL Ijuí
280 - Paulo Ricardo Rolan - UCL Santa Vitória do Palmar


Parabéns aos sorteados e sorte aos demais!

AGC

sábado, 6 de novembro de 2010

Os guetos e a visão de sistemas

O mundo empresarial moderno, que sempre procurou mentores especializados e focados num só objetivo, dá-se conta de que a versatilidade deve ser a característica principal de qualquer profissional que  será contratado. As empresas que criam uma única estratégia de crescimento correm enormes riscos de falência quando aquele mercado específico entra em crise.

Devido a isso, as instituições financeiras foram as primeiras a incorporar em seus quadros funcionais uma gama variada de profissionais para que pudessem, com as particularidades de cada área, saber como agir perante as crises financeiras e, especialmente, descobrir novos nichos de mercado. Hoje, isso se dá nas grandes empresas que possuem seu pensamento aberto e que sabem lidar com a divergência de opiniões e o trabalho em equipe.

A "visão de sistemas", abordada pelo físico Fritjof Capra, foi muito discutida como meio de viabilizar as relações humanas voltadas ao mercado, seja qual for seu direcionamento. A própria Extensão Rural em nossa Emater/RS tem buscado meios de superar o excesso corporativo com o argumento de que cada tipo de profissional enxerga o desenvolvimento através de sua experiência profissional e humana. Isso equivale a dizer que uma propriedade rural pode ser vista de uma forma por um engenheiro, de outra por um médico, de ainda outra por um advogado.

Os serviços de Classificação e Certificação também estão inseridos na mesma visão sistêmica. A análise física de uma amostra de um produto, hoje, é apenas mais um dos tantos serviços que nossos colegas podem oferecer ao mercado, já que os processos de produção atuais oferecem um potencial enorme de serviços que podem ser prestados em uma indústria. No entanto, o grande percalço que as empresas sempre encontram para essa visão maior de expansão está no mesmo lugar onde se encontra a solução: no ser humano.

De forma alguma queremos nos opor a quem estudou anos a fio para conquistar sua graduação e todas as pós graduações disponíveis à sua área. Aliás, o meio acadêmico é quem nos tem ofertado essa visão de saber lidar com pessoas diferentes. O grande problema está em alguns profissionais resistentes à mudança, escondendo-se atrás do seu diploma como meio de argumentar a inviabilidade de tal mudança. Esse profissional crê que somente os que possuem a mesma formação podem trabalhar com ele; tem medo da opinião contrária.

Devemos insistir no pensamento de que profissionais diferentes podem trazer várias visões de expansão. Nossa AGC tem procurado, através do seu Estatuto, no Capítulo II, "Sócios", em seu Art. 6º letra "d" onde trata dos sócios colaboradores que "a critério da Diretoria, prestarem colaboração relevante de natureza financeira, técnica, científica e de divulgação dos atos, e aprimoramento dos fins da Associação". Isso permite que um profissional que não seja classificador, assim como este que escreve o presente artigo, pode ser absorvido pela AGC, principalmente porque uma associação não habilita um sócio a ser classificador.

É apenas um exemplo de como as empresas tem pensado o crescimento em um meio abrangente. É hora de trazermos esse pensamento para dentro de nossas funções, unindo funcionários antigos com novos funcionários, engenheiros com técnicos, homens com mulheres, chefes com subordinados, área técnica com área administrativa, a fim de que cada um, com sua visão de mundo, particularidades e potencial venha a contribuir com o que possui para que os objetivos sejam os mesmos e o crescimento seja substancial.

A tendência do profissional que esconde-se em seu gueto é ficar à margem, é morrer sozinho. E isso não queremos. Acima de tudo, a visão de sistemas se tornou uma conquista que as associações e sindicatos  (através de seus técnicos de mente aberta) trouxeram para as empresas modernas, que souberam a importância de se trabalhar em uma equipe multidisciplinar.

Otávio Avendano de Vasconcellos - Moderador
UCL Pelotas