sexta-feira, 13 de abril de 2012

5 dicas para priorizar as coisas certas no trabalho




Entre pilhas de tarefas e compromissos para serem cortados da lista, é difícil saber o que priorizar. Christian Barbosa, especialista em administração do tempo, afirma que a chave para saber o que é realmente prioritário é diferenciar o que é urgente do que é importante. “Muita gente tem mania de falar que tudo é urgente. Ao final de um dia, acaba perdendo tempo”, afirma.

Andrea Piscitelli, consultora e professora na Fundação Getúlio Vargas (FGV), Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e Fundação Instituto de Administração (FIA), o ideal é trabalhar sempre com uma agenda bem organizada.

1 - Tenha uma visão clara de seus objetivos

Para Andrea, é importante alinhar as metas e objetivos com a gestão de sua área. “De maneira sistêmica, o profissional terá mais autonomia para negociar uma ou outra prioridade que surgir”, explica.

2 - Classifique suas tarefas

“Tem muito assunto urgente que é ‘falso’”, afirma Barbosa. Por isso, é preciso se ater às tarefas em que o prazo já expirou ou está prestes para. Aquelas que também são importantes, mas não urgentes, quando realizadas são benéficas não só para você como para outras pessoas, mas podem esperar.

E as circunstanciais são aquelas tarefas que não vão atrapalhar em nenhuma outra.

3 - Faça um cronograma de entrega

“Utilize o cronograma como um guia no trabalho”, diz Andrea. Segundo ela, é necessário que o profissional tenha controle de suas demandas e habilidade de conseguir se gerenciar.

4 - Priorize você

Em algumas situações, há tanto trabalho em que almoçar parece perda de tempo. “Mas também é importante priorizar você. Se a pessoa está cansada, produz bem menos”, afirma Barbosa.

Ele aconselha focar na performance e se para isso acontecer é necessário estender o seu intervalo em 20 minutos, peça ao seu chefe.

5 - Atualize sua agenda semanalmente

Andrea ensina que toda sexta-feira o profissional deve visualizar tudo que entregou e ainda tem que entregar para evitar surpresas de última hora. Mas não é uma regra, “todo dia é preciso gerenciar sua lista de prioridades. O ideal é saber quanto tempo cada tarefa demanda e programar a partir disso”, diz.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/carreira/5-dicas-para-priorizar-as-coisas-certas-no-trabalho-12042012-6.shl

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Líderes jovens, subordinados mais velhos: saiba como lidar com essa situação

Especialista recomenda: humildade, respeito e reconhecimento; mas, acima de tudo, jovem deve ter empatia

O conflito entre gerações é algo bastante comum no mundo corporativo. Os jovens, com sua ânsia por crescer, mudar e criar, e os mais velhos, pacientes, reflexivos e com sua ampla experiência profissional, pensam um pouco diferente, o que, eventualmente, gera bastante conflito.


O problema fica um pouco mais complicado quando quem está no poder é o jovem, lidando com subordinados mais velhos. Para que a relação não saia do controle, é importante observar alguns pontos importantes, como aprender a respeitar o trabalho do outro, reconhecer sua importância e ouvir sem julgar.


Mas, acima de tudo, o gestor mais jovem deve entender que a principal questão responsável por gerar os problemas nessa relação é o bom e velho ciúme. Isso mesmo. Entender que o mais velho pode estar se sentindo rejeitado pela empresa deve ser o ponto de partida, se o jovem quer criar uma relação saudável e proveitosa para ambos.


Observe os itens que ajudaram a criar uma boa relação quando o gestor é mais jovem do que seus subordinados:
Respeite - um gestor mais jovem tem muitas ideias, grande energia e quer mudar, implantar e melhorar. Mas, nesse processo, esquecem de respeitar o trabalho que já foi feito até então. Isso, possivelmente, criará problemas entre sua gestão e o subordinado mais velho. A dica da diretora da Velasco Soluções em Gestão de Pessoas, Lúcia Velasco, é respeitar, de verdade, o que já foi feito. Só assim você conseguirá ser ouvido pelo mais velhos e fazer as melhorias que deseja.


Reconheça - em muitos casos, os jovens gestores possuem um conhecimento geral maior do que os mais velhos, sendo, inclusive, mais bem informados. Porém, conforme explica a especialista, eles confundem o conhecimento adquirido pela leitura e internet com o conhecimento adquirido por meio de experiência.


Se por um lado são mais jovens, dinâmicos e ansiosos por fazer a diferença, por outro, a experiência só pode ser adquirida com a idade e, portanto, neste caso, os mais velhos ganham. Eles já passaram por diversas experiências ao longo de suas carreiras, “já se casaram, já tiveram filhos, admitiram e demitiram pessoas e tiveram que tomar decisões que o mais jovem não teve oportunidade ainda”, diz Lúcia.


“Essa bagagem muitas vezes não é reconhecida pelo jovem”, diz a especialista. Disso advém dois problemas. Primeiro, você estará jogando fora a oportunidade de aprender com quem sabe, ou seja, com quem já passou por situações que você ainda não vivenciou. E, segundo, fará da relação uma fonte de desavenças e discussões desnecessárias.


Pergunte - você pode ser o gestor, pode estar na posição de mandar e desmandar, mas isso não quer dizer que você tem de deixar de perguntar antes de dizer não. Pergunte ao subordinado por que as coisas são como são, por que foram feitas dessa ou daquela forma. Eles passaram pelo desenvolvimento da área antes de você chegar, logo sabem do processo e de coisas que você não sabe.


Humildade - ter humildade para aceitar o outro normalmente facilita muito as coisas. Lembre-se de que não é só você que pode agregar valor à equipe. “Se ambos forem humildes, farão uma dupla perfeita. Contudo, nem todos estão preparados para ocupar um cargo de liderança”, diz Lúcia.


Dicas gerais - a especialista ainda sugere que o jovem reconheça que cada geração tem sua importância. Não deve ainda criar estereótipos. Se você está gerindo alguém mais velho, isso não quer dizer que seu subordinado é inferior a você de nenhuma maneira. Por fim, a especialista conclui dizendo: “seja humilde e você reduzirá a imagem que as pessoas têm de o jovem ser arrogante e sem experiência”.

Fonte: administradores.com.br

terça-feira, 3 de abril de 2012

Agricultura aprova classificação oficial de grãos exportados

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou, na quarta-feira (28), proposta que institui a classificação oficial obrigatória de todos os produtos comercializados na forma de grãos, e torna prerrogativa exclusiva do poder público classificar os produtos vegetais exportados.

Foi aprovado o substitutivo do relator, deputado Oziel Oliveira (PDT-BA), ao Projeto de Lei 2182/11, do deputado Homero Pereira (PR-MT). O texto original prevê a obrigatoriedade de classificação oficial de todos os produtos vegetais comercializados no mercado interno ou exportados.

Custos

Para o relator, classificar todos os produtos vegetais comercializados no mercado interno seria extremamente oneroso. “Devemos levar em consideração os custos financeiros e as dificuldades operacionais, pois diariamente são comercializadas no País milhares de toneladas de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos”, sustenta.

Na opinião de Oziel Oliveira, o texto é benéfico porque as empresas comercializadoras de grãos impõem aos produtores redução de preços em até 40%, em razão de classificação arbitrária. “Essas empresas não respeitam o padrão oficial estabelecido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento”, diz.

Tramitação

O projeto segue para análise conclusiva da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Maria Neves
Agência Câmara de Notícias

Fonte: http://www.grupocultivar.com.br/site/content/noticias/?q=25930#25930

segunda-feira, 26 de março de 2012

Silo secador permite ao agricultor controle da qualidade dos grãos

Uma das estruturas que está chamando atenção dos visitantes do espaço da Emater/RS-Ascar, na 12ª edição da Expoagro Afubra, é o silo secador construído para armazenar até cem sacos de grãos. A feira acontece no Parque de Exposições Presidente Hainsi Gralow (km 143 da BR 471), em Rio Pardo (RS).

Segundo o engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar, Ricardo Martins, a intenção é mostrar aos agricultores que os silos secadores de alvenaria são uma boa alternativa para a pequena propriedade, em função do baixo custo e da qualidade do grão armazenado.

O silo secador instalado na Expoagro foi construído a partir de um projeto feito pela Emater/RS-Ascar, com a intenção de otimizar o sistema de aeração para, com um baixo consumo de energia elétrica, atender às necessidades das propriedades rurais. Existem projetos também para silos de 250, 500 e 1000 sacos de grãos.

A construção é simples e pode ser feita a partir de materiais e mão de obra encontrados nas propriedades rurais. A secagem se processa por meio da passagem de ar natural pelos grãos, realizadas com ajuda de ventiladores. O ar não aquecido retira a umidade dos grãos de forma menos agressiva, evitando perda de qualidade nos grãos durante o processo de secagem.

Com este silo secador, numa mesma estrutura, se tem o processo de secagem dos grãos e seu armazenamento, permitindo monitorar, interferir e corrigir problemas na armazenagem, quando necessário, através da aeração dos grãos. Os silos secadores de pequeno porte podem ser uma boa alternativa para diminuição das perdas pós-colheita e manutenção da qualidade dos grãos até seu consumo.

Ricardo ressalta que os silos de alvenaria têm como vantagem o custo mais baixo do que os metálicos, secagem a temperatura ambiente e a baixo custo, melhor preço na hora da venda em função da qualidade dos grãos e a capacidade de negociação com o mercado para vender no momento em que a cotação estiver mais alta.


Carine Massierer
Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar - Regional Porto Alegre

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Simpósio de Pós-Colheita debate as questões da Armazenagem

Realizado em Espumoso o encontro reuniu cerca de 300 pessoas além de 20 empresas que atuam neste segmento. Durante o evento foram debatidos temas como Controle de Pragas e Roedores dentro das instalações de armazenagem, Aplicação Prática da Secagem e Aeração, Soluções para os processos de Armazenagem, Certificação de Unidades Armazenadoras, entre outros. Para o presidente da Associação Brasileira de Pós-Colheita, Irineu Lorini, que é pesquisador da Embrapa Soja, o Vº Simpósio encerra o ciclo de eventos realizados pelo Brasil, cujo objetivo é debater as formas de aplicação de tecnologias que proporcionem redução de perdas de grãos, depois que eles são colhidos. “Não existem estatísticas atualizadas, mas o que percebemos é que em todas as fases, desde a colheita até o processamento final do grão, elas podem chegar a 20% do total da produção brasileira”, assinala em forma de alerta, Lorini. Sobre este tema o dirigente da entidade afirma que está esperando que o MAPA libere recursos para um projeto que deve ser executado pela Embrapa e a Conab, com a finalidade de atualizar os dados e apontar os maiores pontos de perdas de grãos no pós-colheita. “Os últimos dados que temos é da década de 90 e de lá para cá, muitos processos já foram melhorados ou mesmo a realidade de produção e escoamento já se alterou, por isto é imprescindível que atualizemos esta informação”, defende Lorini. Alguns Temas - Uma das informações que chamou bastante a atenção dos participantes e que tem sido tema de discussão entre os produtores e armazenadores são as novas instruções que a Conab publicou. Está cada vez mais próxima a data em que todas as unidades que pretendem prestar serviço de armazenagem para a Conab precisarão estar certificadas, mostrando que seguem uma série de normas e controles. “A certificação abrange cerca de 150 quesitos, entre obrigatórios e recomendados”, lembra Lorini. Além disto, a ANVISA aprovou, no início deste ano, uma normativa quanto aos limites máximos tolerados (LMT) para micotoxinas em alimentos. Empresas que importam, produzem, distribuem e comercializam bebidas, alimentos e matérias-primas listadas na resolução já precisam se adequar para implementar algumas medidas que já estão em vigor. A implantação total da normativa ocorrerá somente em 2016. “Isto vai exigir um grande controle dentro dos silos porque os grãos vão ter que ter uma qualidade mais elevada”, explica o pesquisador da Embrapa. Na normativa do MAPA a certificação busca o fortalecimento da relação do setor armazenador com o setor produtivo e a sociedade, a redução das perdas que ocorrem durante o processo de armazenamento e o aumento da credibilidade do setor frente aos mercados externos. O Organismo de Certificação de Produto (OCP) é acreditado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), responsável pelo controle e acompanhamento da concessão da licença e uso da identificação da certificação. A determinação do Ministério indicou, entre outros itens que “Toda unidade armazenadora, cuja construção ou ampliação se iniciar a partir da publicação no DOU da IN n.º 41/2010 de 15/12/2010, deve possuir sistema de exaustão de ar, natural ou mecânico. Atualmente o único Sistema de Exaustão que se enquadra nesta normativa e que participou do Simpósio é o Cycloar, produto criado no Brasil, e que vem quebrando paradigmas na armazenagem. O Cycloar está no mercado há pouco mais de cinco anos e foi criado, segundo seu inventor, o paranaense Werner Uhlmann, para reduzir as drásticas perdas de grãos que acontecem dentro de silos e armazéns. “São pelo menos 3% de tudo que é armazenado no Brasil e que é descontado já na entrada do grão, como quebra técnica, algo aceito como natural por todos, mas que se colocado na ponta do lápis, resulta em milhares de toneladas e milhões de reais postos fora, literalmente”, afirma o diretor da Agrocult, empresa que presta consultoria para a Cycloar, Eng. Adriano Mallet. Conforme explica o inventor do Sistema, Werner Uhlmann o Cycloar uma tecnologia cuja ação é proporcionar a eliminação de problemas como amarelamento, ardidos dos grãos, deterioração, mofo e insetos. Isto tudo, de forma natural e sem custos, preservando a colheita armazenada com melhor qualidade. Adriano ressalta que na busca de reduzir as perdas, melhorar a qualidade do grão e se enquadrar na IN 29, empresas com ADM do Brasil, SLC Agrícola, Grupo Bom Futuro (Iraí Maggi), Tecnoseeds, Fiagril, IRGA, Estância Guatambu, Cotripal, Cargill e muitas outras, já instalaram o Sistema Cycloar e, segundo seus depoimentos, estão usufruindo de maior lucratividade via melhoria da qualidade dos grãos e redução das perdas. “É uma tecnologia que se paga já no primeiro ano de instalação”, conclui o consultor, acrescentando que na área agrícola já foram comercializados, neste período, mais de 70 mil aparelhos de exaustão.

Fonte: http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=163635

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Regulamentação da profissão de Classificador de Grãos

Através da publicação abaixo de Portaria específica, fruto de uma conquista da classe e dos esforços dos classificadores da EMATER/RS-ASCAR, a profissão de Classificador de Grãos está regulamentada sob o código 8484-25 do CBO - Classificação Brasileira de Ocupação. Além da publicação enviada a todos os colegas via e-mail pela diretoria da AGC, segue a Portaria:

PORTARIA SMF N° 012 DE 9 SETEMBRO DE 2010


Promove alterações na Classificação Brasileira de Ocupações - CBO, constante do Anexo I do Decreto 12.109 de 14 de julho de 2005.


O Secretário Municipal de Finanças, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto no art. 1° do Decreto n° 12.109 de 14 de Julho de 2005 e, visando a adequação da Classificação Brasileira de Ocupações - CBO às necessidades da Administração Tributária,

RESOLVE:


Art. 1° - Fica alterado o Anexo I do Decreto n° 12.109/05, acrescido das seguintes ocupações:


Código CBO/Descrição


0301-05 Coronel bombeiro militar

0301-10 Major bombeiro militar

0301-15 Tenente-coronel bombeiro militar

1115-05 Especialista de políticas públicas e gestão governamental - eppgg

1115-10 Analista de planejamento e orçamento - apo

1415-25 Gerente de turismo

1421-20 Tecnólogo em gestão administrativo- financeira

1425-35 Tecnólogo em gestão da tecnologia da informação

1426-10 Especialista em desenvolvimento de cigarros

2123-20 Administrador em segurança da informação

2132-15 Tecnólogo em processos químicos

2134-40 Oceanógrafo

2140-05 Engenheiro ambiental

2140-10 Tecnólogo em meio ambiente

2141-30 Urbanista

2142-80 Tecnólogo em construção civil

2143-70 Tecnólogo em telecomunicações

2144-35 Tecnólogo em fabricação mecânica

2145-35 Tecnólogo em produção sulcroalcooleira

2146-15 Tecnólogo em metalurgia

2147-45 Tecnólogo em petróleo e gás

2147-50 Tecnólogo em rochas ornamentais

2149-30 Tecnólogo em produção industrial

2149-35 Tecnólogo em segurança do trabalho

2212-05 Biomédico

2222-05 Engenheiro de alimentos

2222-15 Tecnólogo em alimentos

2231-62 Médico da estratégia de saúde da família

2232-76 Cirurgião dentista - odontologia do trabalho

2232-80 Cirurgião dentista - dentística

2232-84 Cirurgião dentista - disfunção temporomandibular e dor orofacial

2232-88 Cirurgião dentista - odontologia para pacientes com necessidades especiais

2232-93 Cirurgião-dentista da estratégia de saúde da família

2235-65 Enfermeiro da estratégia de saúde da família

2236-25 Fisioterapeuta respiratória

2236-30 Fisioterapeuta neurofuncional

2236-35 Fisioterapeuta traumato-ortopédica funcional

2236-40 Fisioterapeuta osteopata

2236-45 Fisioterapeuta quiropraxista

2236-50 Fisioterapeuta acupunturista

2236-55 Fisioterapeuta esportivo

2236-60 Fisioterapeuta do trabalho

2238-10 Fonoaudiólogo

2239-05 Terapeuta ocupacional

2239-10 Ortoptista

2239-15 Musicoterapeuta

2394-35 Designer educacional

2515-55 Psicólogo acupunturista

2526-05 Gestor em segurança

2614-25 Intérprete de língua de sinais

2621-30 Tecnólogo em produção fonográfica

2621-35 Tecnólogo em produção audiovisual

2624-15 Conservador-restaurador de bens culturais

2624-20 Desenhista industrial de produto (designer de produto)

2624-25 Desenhista industrial de produto de moda (designer de moda)

2711-05 Chefe de cozinha

2711-10 Tecnólogo em gastronomia

3012-05 Técnico de apoio à bioengenharia

3222-45 Técnico de enfermagem da estratégia de saúde da família

3222-50 Auxiliar de enfermagem da estratégia de saúde da família

3224-25 Técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família

3224-30 Auxiliar em saúde bucal da estratégia de saúde da família

3251-15 Técnico em farmácia

3252-10 Técnico em nutrição e dietética

3321-20 Massoterapeuta

3321-25 Terapeuta holístico

3421-25 Tecnólogo em logística de transporte

4110-50 Agente de microcrédito

4231-10 Despachante de trânsito

5135-05 Auxiliar nos serviços de alimentação

5136-05 Churrasqueiro

5136-10 Pizzaiolo

5136-15 Sushiman

5142-30 Coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde

5143-05 Limpador de vidros

5143-10 Auxiliar de manutenção predial

5143-15 Limpador de fachadas

5143-20 Faxineiro

5143-25 Trabalhador da manutenção de edificações

5143-30 Limpador de piscinas

5151-25 Agente indígena de saúde

5151-30 Agente indígena de saneamento

5153-05 Educador social

5153-10 Agente de ação social

5153-15 Monitor de dependente químico

5153-20 Conselheiro tutelar

5173-35 Guarda portuário

7613-03 Tecelão (redes)

7613-06 Tecelão (rendas e bordados)

7631-25 Ajudante de confecção

7721-05 Classificador de madeira

7721-10 Impregnador de madeira

7721-15 Secador de madeira

7822-20 Operador de empilhadeira

7827-25 Marinheiro de esporte e recreio

8102-05 Mestre (indústria de borracha e plástico)

8114-30 Operador de evaporador na destilação

8232-30 Moldador de abrasivos na fabricação de cerâmica, vidro e porcelana

8421-25 Operador de máquina (fabricação de cigarros)

8421-35 Operador de máquina de preparação de matéria prima para produção de cigarros

8484-25 Classificador de grãos


Art. 2° - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.


Belo Horizonte, 09 de setembro de 2010


José Afonso Bicalho Beltrão da Silva

Secretário Municipal de Finanças



Fontes:

Diário Oficial do Município de Belo Horizonte

Tabela CBO no sítio da Receita Federal

Classificação Brasileira de Ocupação - sítio do Ministério do Trabalho e Emprego