quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Expointer 2011 - Emater-RS/Ascar firma convênio com Irga, Banrisul e Bolsa Brasileira de Mercadorias
Conforme os termos do convênio, a Emater-RS/Ascar será responsável pela classificação e certificação do arroz a ser comercializado. A atuação da Emater-RS/Ascar vai garantir confiabilidade ao produto que, a partir da comercialização via pregão eletrônico, será acessível a todo o Brasil. O método vai favorecer tanto o produtor como a indústria, que poderá adquirir o grão já avaliado, uma vez que somente poderá ingressar no pregão o produto que passou pelo serviço de classificação e certificação da Emater/RS-Ascar.
Conforme De David este convênio vai favorecer o produtor, na medida em que geralmente o rizicultor perde na comercialização. “A bolsa será uma referência que vai permitir maior estabilidade na comercialização e este processo vai receber o aval da Emater, que dará a garantia da qualidade do produto ao certificar e classificar o arroz”, declarou o presidente da Instituição, completando que a Emater-RS/Ascar também vai atuar na certificação dos armazéns.
Assessoria de Imprensa Emater/RS-Ascar
Jornalista Marta Tejera
mtejera@emater.tche.br
(51) 3461-3046
Fonte: http://www.emater.tche.br/site/noticias/noticia.php?id=13091
Afastamento por estresse cresce 28%
No primeiro semestre de 2011 a Previdência concedeu 109 mil auxílios-doença a trabalhadores que sofreram sequelas do estresse. No mesmo período de 2010 foram mais de 85 mil casos. Ou seja, houve um aumento de mais de 28%. Estudo da representação brasileira da International Stress Management Association (Isma-BR), uma associação internacional dedicada à prevenção e estudo do estresse, com sede em 12 países, indica que 70% da população economicamente ativa no Brasil está estressada.
O esgotamento físico e mental, conhecido por estresse, é consequência das condições de trabalho no mercado corporativo brasileiro. Medo da demissão, pressões dos superiores, alta competição, busca de lucro e eficácia, falta de valorização, baixos salários e, em algumas profissões, o risco de morte, deixam trabalhadores apavorados. Diante desse quadro, o trabalho que deveria ser fonte de prazer e satisfação, passa a ser local de dor e sofrimento.
O filósofo Bertrand Russel considerava que o ideal da vida não seria o desintegrar-se completamente pelo trabalho, mas sim, o desfrutar da liberdade dos momentos de folga. Em oposição ao ditado - o trabalho enobrece o homem - Russel sentenciava: "Sem a classe ociosa, a humanidade nunca teria saído da barbárie". Outros pensadores defenderam o ócio ou a redução da jornada de trabalho, como essencial para gerar grandes ideias e ser feliz. Mas para sobreviver, a humanidade precisa trabalhar cada vez mais e melhor. Sob a espada da produtividade, os trabalhadores sofrem de doenças decorrentes de estresse.
É o caso do bancário M. Após sofrer cinco assaltos no trabalho em 20 anos de carreira, ele adoeceu e ficou de licença por três anos. "O quinto assalto foi muito violento, na hora da fuga houve um tumulto e o ladrão disparou várias vezes em minha direção, escapei por sorte e entrei em choque."
M. foi diagnosticado como portador de transtorno pós-traumático gravíssimo. No período de afastamento tentou o suicídio algumas vezes. "Eu não suportava mais ficar em casa, é muito doloroso se sentir inútil. Durante as perícias médicas, me sentia humilhado, já que o médico deixava subentendido que eu não voltava ao trabalho por ser preguiçoso. Fui muito maltratado."
No retorno teve de conviver com perseguição e ‘brincadeiras’ nas quais era chamado de louco, porque tomava remédios de tarja preta. "Agora, estou numa equipe mais equilibrada e as pessoas me respeitam. Mas tenho colegas com muitos anos de casa que estão pedindo demissão por não suportarem mais as cobranças de metas cada vez maiores."
Além do prejuízo à saúde e às empresas, o estresse e o consequente adoecimento do empregado representam um gasto adicional à Previdência, que até junho deste ano desembolsou R$ 147 milhões em auxílio-doença para portadores desse tipo de distúrbio.
Para a doutora em psicologia Ana Maria Rossi, presidente da Isma-BR, as empresas não dão a devida atenção ao assunto. "Elas estão conscientes do problema e sentem o impacto negativo que os afastamentos acarretam, mesmo assim apenas 5% das empresas promovem ações adequadas para gerenciar as emoções de seus funcionários."
Empresas que oferecem medidas paliativas como ginástica laboral, estão aplicando prevenção secundária, segundo Ana Maria. "Mais importante seria focar na prevenção primária", afirma.
Carga horária. Para a presidente da ISMA-BR as empresas precisam respeitar o horário de trabalho dos empregados.
"Pessoas que ocupam cargo de gerência costumam trabalhar, em média, 13 horas diárias. Muitos se sentem intimidados em sair do trabalho no horário correto. Com jornadas cada vez mais extensas o profissional se sente culpado por não conviver com seus familiares, ou por não realizar outras atividades. É preciso desmistificar a ideia de que é positivo ter profissionais ‘multitarefeiros’, porque isso causa desgaste e aumenta a margem de erros", diz.
Operador de telemarketing, um dos cargos mais estressantes no mercado de trabalho, Jamil de Carvalho não aguentou o baque. "Já trabalhei em várias empresas de telemarketing, mas nunca vivi uma pressão tão grande como nesta, da qual estou me demitindo. Eles gritam e xingam os operadores, nos obrigam a assumir erros da empresa e aplicam inúmeras advertências para gerar demissão por justa causa", desabafa o trabalhador.
Sobre a inabilidade dos superiores com seus subordinados, o diretor do departamento de políticas de saúde e segurança ocupacional do Ministério da Previdência, Remígio Todeschini, afirma ser preciso retirar fatores negativos do ambiente de trabalho: "Chefes autoritários e cobradores, também chamados de chefes ‘tóxicos’, minam a autoestima dos empregados. É preciso promover programas de qualidade de vida e de valorização dos profissionais, dando chances de ascensão". E acrescenta: "Antes, a doença ocorria por problemas físicos. Hoje, vemos o crescimento de doenças mentais e comportamentais."
Marketing pessoal pode ser um aliado ou mesmo um vilão para a carreira
Matthew Epstein, com a sua ousadia, conseguiu o que queria: uma vaga no Google. O que Matthew fez foi usar o seu marketing pessoal para conquistar um lugar em uma empresa multinacional. Mas, até que ponto estratégias como essa podem dar certo?
Antes de ser ousado, o profissional precisa ter bom-senso na hora de utilizar o marketing pessoal, principalmente no Brasil, onde grande parte das organizações mostra-se conservadora e tradicional.
“O que distingue um profissional de outros é a sua marca. Todo profissional, independente da profissão em que atua, é uma marca. Nada melhor para desenvolver a sua marca pessoal do que usar a tecnologia e aprimoramento quanto maior o valor de sua marca, mais valioso e disputado no mercado ele será”, garante a administradora e tutora do Portal Educação, Mônica Vargas.
Porém, o profissional precisa ter cautela quando quiser ser ousado, pois ele não pode ficar com a imagem de “marqueteiro”, ou seja, de quem quer aparecer a qualquer preço, não importando com o resultado posterior.
A organização está com colaboradores desinteressados e desmotivados?
Caso haja políticas equivocadas de gestão de pessoas, ausência de planos de carreira, pressão por metas elevadas sem o correspondente incentivo, tudo isso e muito mais também podem afetar a produtividade do profissional.
“O que fazer quando a equipe está desmotivada? De quem é a culpa? Do líder ou do colaborador? O líder deve saber onde está a raiz desse problema e saber agir sobre as causas. Um bom líder sabe motivar e inspirar a sua equipe”, declara o administrador e tutor do Portal Educação, Nivaldo dos Santos Pereira Júnior.
Portanto, nesses casos o melhor a se fazer é seguir algumas dicas que podem ajudar muito na motivação e interesse da equipe. Uma delas é liderar com efetividade, com muito diálogo. Isso é muito mais eficiente que punições e demissões.
Além disso, é preciso descobrir junto do funcionário qual a real causa para o desinteresse. Esse ponto é interessante, pois o problema pode ter várias causas e por isso se faz necessário ouvi-las.
Depois de descobertas as causas, o ideal é saná-las. Daí entra o líder com o seu papel de remover os obstáculos da sua equipe. Inspirar os profissionais e comunicar bem os objetivos da organização também pode ajudar muito a motivar a sua equipe. Pense nisso!
Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/gestao-e-lideranca/noticias/42910/a-organizacao-esta-com-colaboradores-desinteressados-e-desmotivados?utm_source=Virtual+Target&utm_medium=email&utm_content=&utm_campaign=top01_gestao&utm_term=
Milho favorecido com preço em alta
Os números, apresentados na Expointer pelo presidente da Emater-RS, Lino De David, e pelo secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Ivar Pavan, reforçam uma tendência que vem sendo verificada já há alguns anos pelos técnicos da extensão rural: cada vez mais o milho vem ganhando espaço em áreas tradicionais ocupadas pela soja, essencialmente no Planalto Médio e nas Missões, enquanto parte do plantio da oleaginosa está migrando para áreas localizadas na Metade Sul do Estado, especialmente Pelotas.
“Esse fenômeno não é novo, mas vem ganhando força nos últimos anos”, destacou De David. Segundo o dirigente, embora o risco de estiagem na Metade Sul seja mais forte, a soja, por suas características, apresenta maior resistência à seca, o que pode reduzir a possibilidade de prejuízos, quando o Estado for novamente atingido pela estiagem. Para a soja, o levantamento da Emater-RS indica um equilíbrio, com uma variação positiva de 0,88%, alcançando 4.107.111 hectares.
Os altos estoques de arroz, as dificuldades na comercialização da safra passada e preços defasados abaixo das médias estimulam o produtor a reduzir a área plantada em 5,64%, devendo o cereal ocupar 1.104.829 hectares.
Ontem, em visita à feira, o diretor de Comercialização Agrícola do Ministério da Agricultura, José Maria dos Anjos, ouviu dos arrozeiros uma série de reivindicação para tornar a atividade mais rentável. Um dos pedidos é por mais alternativas para a produção, tais como o uso do cereal na fabricação da ração animal, cujo aval para o primeiro leilão de Pepro deve sair nos próximos dias. Através desta modalidade, a meta é escoar 500 mil toneladas do produto. Por meio de outros mecanismos como PEP e AGF foram comercializados outras 2,5 milhões de toneladas do cereal.
Em relação à produção dos grãos de verão no Estado, o levantamento mostra que a produção total deve apresentar uma queda de 10,23%, passando de 26,51 milhões de toneladas para 23,80 milhões de toneladas.
Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/especial.php?codn=71566
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Safra de arroz menor no RS
Desestímulo deve levar orizicultores gaúchos a trocarem o cereal por lavouras de milho e soja
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| Secretário Ivar Pavan participou de lançamento da pesquisa
Crédito: vinícius roratto |
A intenção de plantio projetada pelo Irga deve ser divulgada na primeira semana de setembro. "Pode haver pequena redução por conta da substituição de plantio do arroz pela soja", adianta o presidente do instituto, Claudio Pereira. Por enquanto, os dados da Emater apontam para um incremento de 4,86% na área de milho, chegando a 1,15 milhão de ha. De David atribui o cenário à alta do preço do grão e à demanda aquecida. Ele inclusive chamou atenção para o deslocamento do cultivo de milho para áreas históricas de produção de soja. No cultivo da oleaginosa, a previsão é que haja um incremento de 0,88% na área plantada, atingindo 4,1 milhões de ha.
Com o resultado, o Estado deve praticamente manter a área plantada nesta safra, com variação de 0,36% sobre o semeado na anterior (de 6,4 milhões de ha para 6,41 milhões de ha). Os dados levam em conta 311 municípios e sua confirmação depende do tempo.
Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/?Ano=116&Numero=334&Caderno=0&Noticia=332617
Frete de milho e venda de grãos são destaques dos leilões da semana
Já na quarta-feira (31), a Conab vende cerca de 136 mil toneladas de trigo dos estados de MS, PR, RS e SP, oriundos de Contrato de Opção e Aquisições do Governo Federal (AGF). Também haverá a venda de Prêmio para Escoamento de Produto (PEP) de 3,7 mil toneladas de sisal, dos estados da BA, PB e RN.
Na quinta-feira, serão leiloados 165 mil toneladas de arroz (PEP e Pepro) nos estados de MS, PR, RS e SC, e também vendidas mil toneladas de feijão (SP) e 42,46 mil toneladas de milho (MT e GO).
Os leilões encerram-se na sexta-feira, com a venda de aproximadamente 5 mil toneladas de café do ES e MG. (Mônica Simões/Conab)
Fonte: http://www.conab.gov.br/imprensa-noticia.php?id=23642