quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Ata da apuração da eleição da AGC

Clique na imagem da Ata para ampliar.



O BLOG DA AGC parabeniza aos colegas da chapa UNIÃO COM RENOVAÇÃO, que farão a composição da nova diretoria de nossa Associação.

Boa sorte, muitas conquistas, ânimo na luta. O Blog está à disposição!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Pesquisa sobre Segurança de Alimentos mostra a mudança de hábitos de compras e procura por certificação

Profissionais da indústria de alimentos têm mudado suas práticas para responder às preocupações sobre segurança de
alimentos, e os consumidores dos EUA mudaram seus hábitos de compras, de acordo com um estudo realizado pela Michigan
State University (MSU) em parceria com a DNV (Det Norske Veritas Certificadora).

O estudo é resultado de uma cooperação entre a Global Food Function, a equipe de alimentos e marketing dos EUA e a equipe da Global Food & Beverage. Esta é a segunda parte da pesquisa de segurança alimentar.

Duas fases do estudo

A pesquisa, entitulada: “Certificação de Segurança de Alimentos: Um Estudo da Segurança de Alimentos na Cadeia de Fornecimento dos Estados Unidos ” foi gerada a partir de pesquisas on line com mais de 400 clientes e entrevistas com aproximadamente 73 empresas de alimentos para saber sobre as preocupações com relação à segurança de alimentos, atitudes e percepções e se a crescente repercursão do tema foi suficiente para encorajar os consumidores e a empresas a mudar. O estudo foi dividido em duas fases, sendo que a primeira reflete a percepção dos consumidores de segurança dos alimentos e sobre a importância de uma certificação de terceira parte. A fase dois está focada em profissionais de alimentação para obter o seu parecer sobre os processos empresariais e as várias normas de auditoria que estão relacionadas à segurança de alimentos.

“Quase metade dos consumidores entrevistados expressaram uma mudança nos padrões de compra por causa da segurança dos alimentos ”, afirma Dr. Chris Peterson, Diretor do Centro de Produto na MSU. “É interessante e importante notar que o preço mais alto por si só não é um sinal direto de alimentos mais seguros. Mesmo reconhecimento de marca não é o indicador de maior segurança ”.

Maior ênfase na rastreabilidade

Os consumidores americanos têm uma preocupação especial com produtos domésticos de carne e produtos importados, segundo a pesquisa. Eles querem ter a evidência nos rótulos dos produtos de que os alimentos que estão comprando tenham passado por algum tipo de processo de certificação independente. Profissionais da indústria de alimentos também concordam com certificação de terceira parte, mas colocam uma maior ênfase na rastreabilidade, de acordo com a segunda parte da pesquisa.

Dr. Peterson afirma: “Não estamos surpresos que os profissionais da indústria coloquem mais ênfase na rastreabilidade, enquanto os consumidores querem ver a certificação nos rótulos dos produtos. Estes são os processos de segurança baseados no mercado de alimentos. Os consumidores ainda vêem uma inspeção obrigatória por parte do governo como sinal de credibilidade em segurança de alimentos, e a certificação e rastreabilidade em segundo e terceiro lugar, respectivamente. ”

Disposição para pagar mais

A maioria dos consumidores entrevistados afirmaram que estariam dispostos a pagar até 30% mais por produtos com uma etiqueta de certificação de segurança.

“O senso comum nos diz que as pessoas esperam alimento seguro, mas nós queremos saber mais sobre como os consumidores reagem a sinais diferentes de qualidade e segurança”,diz Kathy Wybourn, Diretora de Soluções em Segurança de Alimentos da DNV Business Assurance. “Isso é crucial se nós,como indústria, criar soluções unificadas, e melhorar a oferta de produtos mais seguros para o varejo e a mesas dos consumidores”.

Colaboração: Marcelo Brandole - NCP - GCC

Fonte: http://www.dnv.com.br

domingo, 12 de dezembro de 2010

A união que gera eficiência

Método de Constelação Organizacional melhora desempenho de empresas



Certa vez estive em Natal, Rio Grande do Norte. Lá fui conhecer "O Maior Cajueiro do Mundo". É impressionante ver como de um único tronco, que brota de um solo úmido, estendem-se ramificações gigantescas com folhas verdes ora tímidas ora destemidas, todas estirando-se em direção ao sol. Estecajueiro fazia o seu melhor para cumprir seu propósito na natureza, adequando-se às possibilidades e às limitações das condições de seu ambiente. Quando penso em Constelações Empresariais me vem essa imagem.

O filósofo e terapeuta alemão Bert Hellinger desenvolveu, ao longo da década de 80, um método para tornar visíveis as dinâmicas ocultas nos relacionamentos, o método das Constelações Sistêmicas.A partir deste trabalho, Gunthard Weber,Michael Blumenstein, Jan Jacob Stam e Christine Essen estruturaram a aplicação deste método para a área do trabalho, profissões e organizações.

Constelações organizacionais são caracterizadas pela sua alta eficiência e efetividade. Representam um método inovador no desenvolvimento organizacional e contribuem significativamente para a melhoria do gerenciamento e da cultura na empresa.

As Constelações mostram algo essencial sobre os sistemas, onde os filtros da opinião e do julgamento não se aplicam. Essa abordagem sistêmica está diretamente ligada à realidade observada e nos dá novas visões sobre como organizações e pessoas dentro das organizações podem encontrar soluções para problemas que persistem (mesmo depois de abordados por métodos correntes de administração e recursos humanos).

O que faz uma organização ser saudável?

Saudável aqui quer dizer que os trabalhadores se sentem bem no seu trabalho e podem fazê-lo bem,que a organização preenche seu objetivo na sociedade e que há também uma troca dinâmica dentro daorganização e com o mundo lá fora.

Como sistema, uma organização existe a partir de várias partes: das pessoas que lá trabalham, dos clientes, dos produtos e serviços, do objetivo e de muitos outros elementos. Hellinger percebeu

que os sistemas familiares obedeciam a uma determinada ordem e que o mesmo se aplicava nas empresas. Assim, para que uma empresa funcione de maneira saudável, os princípios básicos relacionados abaixo precisam ser seguidos:

Cada pessoa tem igual direito a um lugar

Cada trabalhador tem a independência para cumprir sua função no sistema, seja ele diretor ou um funcionário que trabalha no depósito. Cada posição, cada pessoa tem seu próprio lugar, é considerada e tem seu valor. De diferentes maneiras, mas sempre valorizada.

Há uma ordem correta de posições

A ordem tem a ver com os objetivos da organização. Quem cria a estrutura na qual todos podem atuar vem em primeiro lugar. Aquele que cria a estrutura na qual os seguintes vão trabalhar vem em segundo lugar e assim sucessivamente. Desta maneira, cada um tem sua própria posição de confiança, onde pode trabalhar bem.

Há um equilíbrio entre dar e receber nas relações de troca

Cada pessoa oferece algo para a empresa e recebe algo de volta, numa troca constante que pode crescer permanentemente. Isso é válido para as pessoas que trabalham na empresa e também para a organização como um todo. Há uma troca constante com os clientes, fornecedores e outros.

No trabalho com Constelações Empresariais essas ordens são vivenciadas e podemos ter uma nova "visão interior" da própria organização, de seus problemas e seus potenciais ocultos, gerando assim novas soluções.

Da mesma forma, o "Maior Cajueiro do Mundo" se tornou o maior do mundo não por que esse fosse o seu propósito. Suas raízes, galhos e folhas tiveram seus espaços respeitados cada um cumprindo com sua função de diferentes maneiras. A ordem também ali foi respeitada pois o caule original continuava vivo e forte - apesar de estar muito longe dos galhos mais jovens, ainda os nutria e era nutrido por eles.

O sistema de trocas se manteve equilibrado e por isso o crescimento foi uma consequência natural e harmônica.


Fonte: http://www.personare.com.br/revista/carreira-e-financas/materia/1050/a-uniao-que-gera-eficiencia

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Triticultores finalizam colheita do grão no RS

A colheita do trigo foi praticamente encerrada durante a semana. Apenas poucas lavouras, que já se encontram maduras, ainda estão por colher. De maneira geral para o triticultor, a safra 2010 se encerra com saldo positivo, em termos de produtividade e qualidade do grão. A produção deverá ficar acima das expectativas iniciais, alcançando um total de 1,8 milhão de toneladas, com boa probabilidade de que essa marca seja ultrapassada, caso as boas colheitas realizadas neste período final se confirmem.

O plantio da soja avançou na maioria dos municípios onde as chuvas foram mais regulares e abundantes nos últimos dias. Todavia, em áreas mais ao Centro e Sul do Estado, onde a deficiência hídrica se intensifica, o plantio ficou praticamente paralisado. No total, chega a 79% da área prevista. Na mesma proporção, a germinação se efetua de maneira diferente, dependendo da região.

Apesar da forte deficiência hídrica verificada nas principais regiões produtoras de arroz, a cultura se desenvolve de maneira satisfatória. Isso porque os produtores conseguiram armazenar uma boa quantidade de água ainda durante os meses de inverno, quando foram registradas chuvas abundantes. Já no feijão, ainda falta 2% da área a ser implantada, o que deve ocorrer até o final desta semana. Os produtores que semearam no cedo já colheram as primeiras lavouras, chegando a 5% da área estimada no Estado.

Nas regiões onde as chuvas foram de maior intensidade, o desenvolvimento do milho é considerado bom. No entanto, nas áreas onde a precipitação foi escassa ou irregular, as plantas começam a ter seu desenvolvimento prejudicado. Lavouras em fase de floração também começam a ser afetadas de maneira negativa, pois é o período da cultura no qual é exigida maior disponibilidade hídrica.

As pastagens cultivadas e os campos nativos apresentam desenvolvimento reduzido. As pastagens de aveia e azevém estão em final de ciclo, enquanto as áreas de trevos e cornichão estão com o desenvolvimento muito lento.

Em algumas regiões, está ocorrendo diminuição na produção de leite, pois alguns produtores não estão fornecendo a alimentação necessária aos animais, devido aos altos custos da ração industrializada e ao baixo preço recebido pelo litro de leite, apesar da sensível melhora nos preços nesta semana. No período, os preços, por litro de leite, recebidos pelos agricultores, variaram entre R$ 0,48 e R$ 0,72, na região de Erechim, com tendência de aumento.

O desenvolvimento da suinocultura está aquecido na maioria das regiões produtoras do Estado. Os suinocultores integrados à indústria processadora recebem valores fixados com pequena margem de lucratividade. No período, houve uma sensível melhora nos preços recebidos pelos produtores, assim como no número de animais comercializados, estimulando inclusive os produtores autônomos ou não integrados. Na região de Erechim, o quilo vivo do suíno ficou em R$ 2,55, para os produtores integrados.

A colheita de mel já teve início em algumas regiões produtoras, com boas perspectivas de produção, devido à redução das chuvas. No entanto, na região do Vale do Taquari, a falta de chuvas tem diminuído o período de floração de algumas espécies, podendo reduzir o volume de mel produzido. Os apicultores receberam, no período, entre R$ 6,00 e R$ 10,00 o kg de mel, para venda direta ao consumidor.

Raquel Aguiar

Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar

(51) 2125-3105

imprensa@emater.tche.br


Fonte: Informativo Conjuntural da EMATER/RS - Ascar

Leilão comercializa quase 90% do trigo ofertado

Foram negociadas 89% das 470 mil toneladas de trigo ofertadas nesta quinta-feira (2) de, no segundo leilão de Prêmio de Escoamento de Produto (PEP). O percentual representa 417 mil toneladas do pregão realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O trigo safra 2010 é dos estados produtores da região Sul destina-se às regiões Norte e Nordeste.

De acordo com José Maria dos Anjos, diretor de Comercialização e Abastecimento Agrícola e Pecuário do Ministério da Agricultura, “o resultado foi positivo e sinaliza que a atuação do governo está atingindo o objetivo de garantir o preço mínimo ao produtor e dar liquidez à comercialização”. Atualmente, o preço mínimo do trigo é de R$ 477 a tonelada, para a Classe Pão tipo 1.

Mais um leilão de 470 mil toneladas do cereal está programado para próxima quinta-feira, 9 de dezembro. O Rio Grande do Sul ofertará 250 mil toneladas; o Paraná, 190 mil toneladas; e Santa Catarina, 30 mil toneladas do grão.

Inez De Podestà

Mapa

(61) 3218-2203

imprensa@agricultura.gov.br


Fonte: http://www.grupocultivar.com.br/noticias/noticia.asp?noticiaId=16649&titulo=leilao-comercializa-quase-90-do-trigo-ofertado&newsletter=true

Conab divulga novo edital para o PEP de arroz

A Conab divulgou nesta terça-feira (30-11), um novo edital de Prêmio para Escoamento do Produto (PEP), onde, no dia 07 de dezembro, serão ofertadas mais 125 mil toneladas de arroz em casca, safra 2009/10, produzido nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O prêmio será de R$ 3,50(três reais e cinqüenta centavos) para o escoamento do arroz beneficiado ou do arroz em casca e poderão participar do leilão indústrias de beneficiamento de arroz ou comerciantes de cereais que estejam em plena atividade comercial ou industrial.

O adquirente do leilão de prêmio deverá comprovar a compra do produto do produtor rural e/ou cooperativa por valor igual ou superior ao Preço Mínimo, no mínimo 95% do total adquirido no leilão. A comprovação da operação poderá ser realizada até 29 de abril de 2011 e possibilitará o escoamento para o mercado externo.

Neste edital, mediante solicitação da cadeia produtiva, foram feitas as seguintes alterações para melhor operacionalização do mecanismo:

- inclusão do arroz esbramado;
- o aumento do prazo de pagamento do produto pelo arrematante, até 31/01/2011;
- exclusão do Pará, como uma das destinações da mercadoria.
É indispensável que o produtor que realizar a venda para os participantes do leilão, esteja devidamente cadastrado na Conab, por meio do preenchimento do Demonstrativo da Lavoura Cultivada, com data igual ou anterior a venda.

No leilão realizado no dia 23 de novembro, foram negociadas 87.9 mil toneladas do total das 115 mil ofertadas no RS, ou 80% da oferta.

As exportações brasileiras de arroz até outubro totalizaram 393,9 mil toneladas, sendo que, apenas 104 mil toneladas, ou apenas 26%, foram de arroz beneficiado, uma redução de 76%, sobre as 439,2 mil toneladas de arroz beneficiado exportado na safra anterior, no mesmo período.

Os leilões de PEP possibilitam ampliar o volume da exportação e com aumento da participação do arroz beneficiado, que possui valor agregado e também proporciona maior liquidez ao mercado, reduz os excedentes e assim, fortalece os preços internos do cereal.

Veja aqui o edital para o PEP
http://www.irga.rs.gov.br/uploads/1291229003vda_355_peparroz.pdf

Fonte: http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=150767

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Curso "Qualidade em armazenagem de grãos para operadores de unidades armazenadoras"

Colegas:

O fôlder abaixo (clique na imagem para ver ampliada) mostra mais um dos vários potenciais de nossos serviços. Importante nos processos de produção, chagando até a auxiliar os serviços de certificação dos produtos, já que procura primar pela manutenção das características dos grãos armazenados.

O curso está sendo ministrado pelo colega Geverson Lessa dos Santos, do Núcleo de Certificação. Maiores informações podem ser prestadas pelo próprio colega na unidade de Pelotas.


Governo divulga novo preço mínimo da uva industrial

O novo preço mínimo da uva industrial da safra 2010/2011, que passou de R$ 0,46/kg para 0,52/kg , foi divulgado nesta quarta-feira (1º), na Portaria nº 1.120, no Diário Oficial da União. O reajuste do valor de referência da uva industrial, destinada à fabricação de sucos, vinhos e outros derivados, de 13%, vai vigorar entre 1º de fevereiro de 2011 e 31 de janeiro de 2012 para as regiões Sul, Sudeste e Nordeste. A medida foi aprovada no fim de outubro pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

O novo valor leva em consideração os custos de produção e as condições de mercado, que estão favoráveis para remunerar o produtor de uva na próxima safra.

Leia: http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=01/12/2010&jornal=1&pagina=7&totalArquivos=136

Inez De Podestà

Mapa

(61) 3218-2203

imprensa@agricultura.gov.br


Fonte: http://www.grupocultivar.com.br/noticias/noticia.asp?noticiaId=16605&titulo=governo-divulga-novo-preco-minimo-da-uva-industrial&newsletter=true

Casa do Arrozeiro de Santo Antônio da Patrulha/RS deve estar pronta em seis meses

Em Santo Antônio da Patrulha/RS, o presidente do Irga, Maurício Fischer, assinou, nesta terça-feira (30), contrato para início das obras da nova Casa do Arrozeiro da Planície Costeira Externa. Com investimentos de R$ 144 mil, a construção do espaço começará ainda este ano e deve estar concluída em seis meses. “É um momento histórico. Essa região que cultiva mais de 140 mil hectares agora terá um lugar definitivo para a sede regional do Irga”, afirmou Fischer.

Para viabilizar a obra, a prefeitura de Santo Antônio da Patrulha doou um terreno próximo ao centro da cidade. De acordo com o prefeito Daiçon Maciel da Silva, o município reconhece a importância do arroz para a economia local. “Nossos produtores estão satisfeitos e terão assistência técnica em um local melhor”, disse. “Os produtores do litoral norte merecem essa obra”, completou.

Segundo o agrônomo do Instituto no município, José Tronchoni, o espaço deve melhorar o atendimento às demandas dos produtores. “Será uma área maior, com local para reuniões com os arrozeiros. Além disso, a sede regional irá aprimorar o trabalho dos funcionários do Irga”, afirma.

Guilherme Flach

Instituto Rio Grandense do Arroz

(51) 3288-0398

contato@irga.rs.gov.br


Fonte: http://www.grupocultivar.com.br/noticias/noticia.asp?noticiaId=16612&titulo=casa-do-arrozeiro-de-santo-antonio-da-patrulha-rs-deve-estar-pronta-em-seis-meses&newsletter=true

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Arroz/CEPEA: Depois de três meses de queda, Indicador pode fechar em alta

Na semana passada, segundo pesquisas do Cepea, a comercialização de arroz em casca no Rio Grande do Sul esteve concentrada na quarta e na quinta-feiras (24 e 25). Isso porque agentes estavam no aguardo do resultado do leilão de Prêmio de Escoamento de Produto (PEP), realizado na terça-feira, 23. De modo geral, os preços seguiram firmes no período. O Indicador do Arroz Cepea-Bolsa Brasileira de Mercadorias/BVM&F (Rio Grande do Sul, 58 grãos inteiros) subiu 0,58% entre 22 e 29 de novembro, fechando a R$ 25,85/sc de 50 kg na segunda-feira (29). . Nesse cenário, o Indicador do arroz pode fechar o mês com variação positiva – nos últimos três meses o Indicador acumulou baixas.

Fonte: http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=150675

Tendências do mercado de grãos

Após acumular prejuízos no primeiro semestre, os produtores de cereais conseguiram reverter esta situação de Julho a Outubro. De acordo com Ariovaldo Zani, vice-presidente executivo do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), os principais insumos – farelo de soja e milho – foram corrigidos de 15% a 30% respectivamente, mesmo diante de estoque nacional suficiente para abastecimento do consumo doméstico e do atendimento das exportações.

Alguns dos fatores que podem justificar este aumento, segundo Zani, são a quebra da safra de trigo na Rússia e problemas climáticos no Canadá e na China; a tendência de uso crescente da indústria americana de biocombustível e introdução do E 15 que adiciona 15% de etanol à gasolina; a adição de 5% de biodiesel de soja ao diesel no Brasil; o estoque global de passagem dos grãos que deve cair a 16% da demanda no fim da temporada; a relação mundial estoque/uso da soja que pode cair a 8% em relação ao ano passado e a diminuição da área plantada das sementes. "Neste último quadrimestre de 2010 o setor de alimentação animal sofrerá os solavancos conseqüentes à escalada dos preços de cereais e oleaginosas", afirma Zani.

Tendências- Para o vice-presidente executivo do Sindirações, o valor dos insumos neste último mês de 2010 e início de 2011 devem ser influenciados, hipoteticamente, pelo fenômeno climático La Niña, que atrasa as futuras safras de soja no Brasil e na Argentina. Além disso, o apetite voraz da China que em alguns anos tornar-se-á um grande importador de milho e as previsões alarmistas da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) para uma explosão demográfica e de consumo crescente até 2050 devem pressionar as cotações. "É importante atentar também para os mercados agrícolas – milho, soja, etc. – que devem continuar sofrendo com a extrema instabilidade provocada por investidores que retomaram o interesse pelas commodities por conta da farta liquidez global, pífio crescimento da economia e expansão monetária nos Estados Unidos", pontua Zani.

O aumento do preço dos insumos impacta diretamente no setor de alimentação animal. No entanto, acima desta questão, devem ser levadas em consideração as decisões e capacidade de compra do consumidor, além de suas exigências em relação ao suprimento e segurança dos alimentos. Zani explica que a produção brasileira de rações ao longo de 2011 depende principalmente do crescimento das indústrias produtoras de aves e suínos, influenciadas principalmente pelo desempenho das exportações, já que o mercado doméstico apresenta níveis de consumo semelhantes aos dos países desenvolvidos. "Porém, o setor de alimentação animal, pressionado com o aumento nas cotações dos grãos, pode causar descompasso suficiente para comprometer os elos precedentes (fornecedores) ou subseqüentes (criadores), alguns precocemente, outros mais tardiamente, pela inibição do consumo de carnes pelo consumidor", afirma o representante do Sindirações. "Ou seja, a capacidade de compra do consumidor é testada constantemente no varejo e determina seu índice de fidelidade a determinado tipo de carne ou alternativamente a substituição de uma por outra".

Segundo Zani, a atuação do Sindirações deverá ser a mesma em qualquer contexto de mercado, ou seja, a entidade irá promover a sustentabilidade econômica, social e ambiental da cadeia de produção animal brasileira, "já que sua missão é ser a voz da indústria de alimentação animal, construindo um ambiente competitivo adequado e colaborando para a produção do alimento seguro, defendendo a ética nos negócios, o comércio justo, a isonomia e eficiência regulatória, sempre tomando decisões baseadas em evidências científicas". Para ele, o governo brasileiro deve tomar a iniciativa de controlar os gastos públicos a fim de permitir queda dos juros reais e diminuição da carga tributária para que o setor privado pudesse investir mais e o produto brasileiro ganhar mais competitividade no cenário internacional.

Fonte: http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=150708

Grãos: tendência para os preços é de alta até 2012, diz banco francês

Os analistas do banco Societe Generale aumentaram suas previsões para os preços dos grãos até 2012, alertando para as severas baixas que as safras tiveram neste ano e afirmando que deverá levar mais de uma temporada para a recuperação dos estoques.

De acordo com a estimativa do banco, o rally dos grãos deverá se aquecer no primeiro trimestre do ano que vem diante de estoques apertados. Segundo os cálculos, poderá ser registrada a menor reserva de milho nos Estados Unidos em 40 anos - 3,2 milhões de toneladas no fechamento do ciclo 2010/11, e isso forçará os compradores a continuarem comprando, o que servirá como suporte aos preços.

Entretanto, o pico do rally será muito mais alto do que o previsto em seu último relatório de commodities.

O Societe Generale aumentou em 13% sua previsão para o preço médio do trigo na Bolsa de Chicago - US$7,70/bushel - nos primeiros três meses de 2011. Para o milho, a alta prevista é de 27% - US$6,60/bushel - e para a soja, 30% alcançando os US$13,60/bushel, ambos também na CBOT.

Além disso, o estudo estima que os futuros não irão entrar em colapso com o pico do rally, como o pós-alta dos preços em 2008, mas sim entrar em um declínio "moderado", onde o trigo, em Chicago, continuará próximo aos US$7 pelo resto do ano.

Enquanto as altas cotações podem repercurtir em um aumento na produção, "não será suficiente para repor os estoques à níveis adequados", diz o relatório. O constante crescimento da demanda global por grãos irá requerer um extra de 30 a 40 milhões de toneladas na produção para atender a procura.

"No total, a produção mundial de grão deverá aumentar cerca de 100 milhões de toneladas e alcançar o volume recorde de 1,80 bilhão de toneladas".

Essa tendência de alta estimada pela Societe Generale é reflexo, em parte, de expectativas de quebras nas safras 2010/11 por conta do La Niña, fenômeno que vem promovendo a seca em partes da América do Sul e que deve atingir seriamente as lavouras brasileiras de soja.

Fonte: http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=150707

Certificação de armazéns será prorrogada



As exigências para a obrigatoriedade de certificação das unidades armazenadoras, constantes da Instrução Normativa (IN) n° 3, de 8/01/2010, serão prorrogadas por um ano. A decisão foi tomada nesta terça-feira (30-11) pelo ministro da Agricultura, Wagner Rossi, durante audiência da qual participaram o deputado Moacir Micheletto (PMDB-PR), o secretário do Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério, Marcio Portocarrero, lideranças do sistema cooperativista do Paraná e técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Rossi reconheceu a necessidade de revisão dos critérios e dos requisitos técnicos para a certificação dos armazéns. “Houve uma precipitação, uma visão restritiva e uma infantilidade na aplicação desses critérios. Como fui voz discordante nesse processo, sou a favor de sua revisão e mudança dessas normas”, explicou o ministro. Para tanto, foi criado um grupo de trabalho - formado por técnicos do próprio Ministério da Agricultura, Conab, Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e o setor produtivo - para refazer as atuais exigências.

Micheletto argumentou que se os critérios previstos na IN prevalecessem apenas um por cento dos armazéns credenciados pelo governo teria condições de cumprir, “o que é inadmissível e impraticável, pois o Brasil conta com 17.518 armazéns, dos quais 4,35% são oficiais, 74,56% pertencem ao setor privado e 21,9% às cooperativas”. Hoje, a capacidade estática de armazenagem no Brasil é de cerca de 137,2 milhões de toneladas (80% a granel), ante uma produção estimada entre 146,2 milhões de toneladas e 148,8 milhões de toneladas na safra 2010/2011.

Os presidentes da Coopagril, Ricardo Chapla, e da Copacol, Walter Pitol, ambas do oeste paranaense, disseram que no momento o sistema cooperativo não dispõe de recursos para atender todas as normativas da certificação, “cujas exigências vão desde termometria, aeração, balança de fluxo, poços de elevadores, instalações sanitárias e salas para documentos”. Segundo eles, os critérios exigidos para a certificação dificultam a adequação das cooperativas no curto e médio prazo devido ao elevado número de unidades armazenadoras e pelos custos unitários que superam a R$ 500 mil.

Pela IN n° 3, assinada pelo ex-ministro Reinhold Stephanes, as unidades armazenadoras teriam que cumprir os requisitos técnicos em quatro anos, sendo 25% em cada etapa. O setor quer que os critérios comecem a vigorar somente a partir do próximo ano para a obrigatoriedade da certificação e que o cronograma de sua implementação seja cumprido da seguinte maneira: 25% na primeira etapa, 50% na segunda, 75% na terceira e 100% na quarta. Segundo os representantes das cooperativas, houve sensibilidade no acolhimento desse pleito.

As informações são da assessoria de imprensa do deputado Moacir Micheletto.


Fonte: http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?codNoticia=122168